Aqui além do meu refugio filosófico, meu refugio artístico.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
samba de levitação
Uma flor de se despéta, uma ave que segue o rio, procurando alimento ou acompanhando o sol em seu imenso delírio, projetando sua luz, entre as arvores e florestas, fazendo efeito entardecer, um banco sem acaso, um encontro marcado, escrito nas estrelas, talvez, talvez. Mas a noite é tão fria, e as nuvens são tão geladas, e não que não há estrelas e a lua não mostra o seu brilho ao doce, de mais uma noite harmônica, feito o som da relva molhada.
Não são as águas de março, é o outono que faz aproximação, não sinto saudades do verão, só quero encontrar você na próxima estação.
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